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Rafiq em "Little America"

Episódio de série do Apple TV+ é banido de 11 países devido a personagem gay

Os problemas envolvendo algumas produções do Apple TV+ continuam dando dor de cabeça para a empresa — primeiro com o filme “The Banker” e, depois, com o documentário produzido por Oprah. Dessa vez, porém, a empresa está batendo de frente com alguns governos devido a um dos episódios da recém-lançada “Little America”, sua série sobre imigrantes.

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Enquanto resolve esses imbróglios, a companhia continua divulgando suas próximas produções, a exemplo do documentário “Beastie Boys Story”, que chegará em abril ao serviço — e adquirindo outras, como o novo documentário “Boys State”.

Também vamos comentar os encontros entre a Apple e a gigante midiática MGM sobre a possível aquisição de algumas produções.

Episódio de “Little America” banido

O oitavo (e último) episódio da série “Little America” foi banido de 11 países (dez deles no Oriente Médio e a Rússia) por tratar da história de um imigrante gay da Síria. As informações foram compartilhadas pela escritora da série (e drag queen) Amrou Al-Kadhi, no Twitter.

Essa é a dura realidade de aceitar os árabes gays. A proibição de Trump significou que tivemos que mudar a filmagem para fora dos Estados Unidos. E agora o nosso episódio de #LittleAmerica foi banido em 11 países. Lamentamos muito por isso. Saiba que estamos trabalhando duro para encontrar uma maneira de levar isso a vocês.

O episódio em questão se concentra na história de Rafiq (Haaz Sleiman), que solicita asilo aos Estados Unidos após ser alvo de violência e rejeição familiar. Como explicado por Al-Kadhi, a produção enfrentou vários obstáculos, desde a proibição das filmagens em território americano até o banimento do episódio em alguns países.

Conheço muitos árabes e muçulmanos que atualmente vivem no Oriente Médio e têm medo de se expressar. Eu esperava desesperadamente que esse episódio pudesse atuar como algum tipo de bálsamo ou fonte de lar e conforto para eles. Realmente me entristece pensar que eles não têm acesso ao episódio — estamos explorando todas as opções possíveis para colocá-lo de volta.

Em resposta à censura de “Little America”, Al-Kadhi expressou seu compromisso em contar histórias que refletem essas experiências. A Apple não comentou o caso, por ora.

Novo documentário “Boys State”

"Boys State"
Cortesia do Sundance Film Institute

A Apple e a A24 (estúdio de cinema parceiro da companhia) adquiriram os direitos de “Boys State”, um documentário político que analisa a democracia americana, como noticiado pelo Hollywood Reporter.

De acordo com a publicação, a Maçã pagou US$10 milhões pelos direitos da produção, a qual foi dirigida por Jesse Moss e Amanda McBaine. A viúva de Steve Jobs, Laurene Powell Jobs, também participou como produtora executiva.

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O documentário apresenta um experimento no qual 1.000 meninos (todos com aproximadamente 17 anos) se reúnem para construir um governo do início, reproduzindo alguns dos piores princípios e falhas da democracia.

Anteriormente à aquisição da Apple, “Boys State” já havia estreado no dia 24 de janeiro durante o Sundance Film Festival.

Teaser de “Beastie Boys Story”

A Apple compartilhou um novo vídeo curto para divulgar o documentário “Beastie Boys Story” que aterrissará no Apple TV+ em abril.

Aqui está uma pequena história que eles estão prestes a contar… Disponível no dia 24 de abril exclusivamente no Apple TV+, Mike Diamond e Adam Horovitz compartilham a história de sua banda e os 40 anos de amizade em um documentário dirigido pelo amigo, colaborador e ex-avô, Spike Jonze.

“Beastie Boys Story” é descrito como uma experiência documental ao vivo que se concentra no legado do grupo e nas histórias dos seus integrantes. A produção foi baseada no livro “Beastie Boys Book”, publicado em outubro de 2018, além de contar com Horovitz e Diamond discutindo sua longa amizade e ascensão à fama.

Como informamos, o filme será disponibilizado nos cinemas dos EUA no dia 3 de abril antes de chegar ao Apple TV+, no dia 24/4. A produção também celebrará os 26 anos do lançamento de “Ill Communication”, o quarto álbum da banda.

MGM querendo vender produções para a Apple

Aparentemente, a gigante do entretenimento Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) está recorrendo às gigantes de streaming (Apple, Netflix, etc.) para avaliar o interesse dessas empresas em possíveis aquisições de produções. As informações são da CNBC.

A notícia “confirma” os rumores de que a Apple estaria explorando acordos para adquirir conteúdos da MGM, embora as negociações ainda não tenham atingido um estágio avançado.

Um acordo com a MGM potencialmente ofereceria à Maçã um enorme catálogo de conteúdos para adicionar ao Apple TV+, a exemplo de títulos como a franquia “James Bond” e “The Handmaid’s Tale”, que é atualmente exibida no Hulu.

Não há informações sobre quando (ou mesmo se) Apple e MGM poderão chegar a algum tipo de acordo; ambas as empresas recusaram comentar as negociações.

via Advocate, MacRumors, iMore, AppleInsider

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