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Donald Trump

Trump levanta questões sobre solução da Apple e do Google no combate à COVID-19

Na semana passada, informamos sobre a iniciativa conjunta da Apple e do Google no combate à pandemia do Coronavírus (COVID-19). A notícia atraiu os olhares do mundo não só por envolver uma parceria entre duas das maiores empresas de tecnologia do planeta, mas também pelo que foi proposto por elas.

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Basicamente, as empresas desenvolveram um método para informar as pessoas (sejam pelo iPhone ou por algum dispositivo Android) se entraram em contato com alguém infectado pela COVID-19. Isso funcionará com base no monitoramento de contatos e na constante troca de informações entre esses dispositivos, via Bluetooth.

Claro que o fato de o sistema envolver algum tipo de rastreamento e troca de dados acenderia uma luz amarela — mesmo entendendo que isso será algo opcional (opt-in) tanto no iOS quanto no Android. Entre as pessoas que comentaram a tecnologia está o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Quando perguntado sobre a nova parceria entre Apple e Google, Trump inferiu que a tecnologia de rastreamento é “algo incrível”, mas que muitas pessoas “têm grandes problemas constitucionais com isso”.

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Temos mais um problema constitucional do que mecânico, mas ainda discutiremos com muitas pessoas nas próximas quatro semanas. [O rastreamento] seria uma maneira muito precisa de usar a tecnologia, mas muitas pessoas têm um problema com isso.

Não está exatamente claro a quais problemas constitucionais Trump se referiu; Apple e Google enfatizaram repetidamente os termos de privacidade do novo sistema de rastreamento, como consentimento explícito do usuário e o fato de ambas as empresas não coletarem dados de identificação ou localização.

Comprovação de resultados

Para evitar possíveis problemas e pânico desnecessário, o sistema exigirá do usuário uma comprovação caso ele tenha testado positivo para a COVID-19. Em primeiro lugar, nenhum desenvolvedor poderá criar um app para que os resultados sejam enviados, isso caberá somente aos apps de fontes oficiais (ou seja, governamentais) — como o Coronavírus – SUS, do governo brasileiro.

A Apple deu como exemplo uma pessoa, comprovadamente infectada, a qual receberia, junto aos resultados laboratoriais, um código QR que poderia se escaneado pelo sistema para fins de confirmação — mas a implementação exata ainda será confirmada pelas empresas.

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Ainda segundo a Maçã, essa verificação será feita a partir de órgãos terceirizados (presumivelmente oficiais) e mudará de acordo com a região. Como podemos imaginar, essa será uma etapa muito importante para o funcionamento da solução, impedindo que pessoas relatem falsamente que testaram positivo para a COVID-19 e causem preocupações desnecessárias a outros.

A primeira fase de distribuição do sistema estará disponível até meados de maio; até lá, provavelmente veremos ainda mais informações sobre o funcionamento de tudo.

via 9to5Mac, MacRumors

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