Mesmo com reabertura de shoppings, lojas da Apple em São Paulo e no Rio permanecerão fechadas

Nesta semana, os governos de São Paulo e do Rio de Janeiro flexibilizaram a quarentena causada pelo novo Coronavírus (COVID-19), permitindo a reabertura de shoppings, os quais estão funcionando desde ontem (11/6). Entre eles, estão dois que nos interessam: o MorumbiShopping (SP) e o VillageMall (RJ).

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As lojas brasileiras da Apple, como sabemos, ficam localizadas nesses complexos e é natural imaginar que, com a reabertura deles, os pontos de varejo da Maçã também foram reabertos ao público. Mas não.

Apple Morumbi com o novo telão 5K no fundo
Apple Morumbi

Em contato com os ambos os centros comerciais, o MacMagazine foi informado que as Apple Stores continuam fechadas, sem nenhuma previsão de reabertura. A medida está de acordo com a estratégia da empresa de reabrir as lojas somente quando tiver certeza de que pode atender seus clientes com segurança.

Apple VillageMall
Apple VillageMall

Estamos atentos a todos os dados disponíveis, incluindo o número de casos locais, tendências a curto e longo prazo, e as orientações dos órgãos de saúde locais e nacionais. Não tomaremos nenhuma decisão precipitada — e a abertura de uma loja de forma alguma significa que não voltaremos a fechá-la por precaução se as circunstâncias exigirem.

Resumindo: nada de Apple Stores abrindo as portas no Brasil. Enquanto isso…

Lojas reabrindo no Reino Unido

…os pontos de varejo da Maçã no Reino Unido começarão a reabrir no dia 15 de junho (próxima segunda-feira).

Apple Covent Garden
Apple Covent Garden

Segundo o The Independent, a Apple reabrirá todas as lojas na Inglaterra e na Irlanda do Norte, enquanto pontos de venda na Escócia e no País de Gales permanecerão temporariamente fechados. Assim como fez em outros países, a empresa seguirá rigorosas medidas de segurança (uso de máscaras e medição de temperatura) e diretrizes de distanciamento social para a segurança de clientes e funcionários.

Apple Buchanan Street Glasgow

Por falar em Escócia, a Apple mudou o nome da sua loja em Glasgow; antes intitulada Apple Buchanan Street, ela agora se chama Apple Glasgow.

Apple Glasgow
Apple Glasgow

Mudanças como essa acontecem com alguma frequência, já que muitos pontos de varejo da Maçã trocam de local e, em alguns casos, o antigo nome simplesmente não faz mais sentido. Esse episódio, contudo, é bem diferente, já que a Apple Glasgow continuará funcionando no mesmo endereço.

Como sabemos, os protestos iniciados após o assassinato de George Floyd por um policial em Minneapolis (Estados Unidos) se espalharam ao redor do mundo. Em alguns países, estátuas de figuras históricas controversas foram derrubadas. Em Glasgow, ativistas estão “renomeando” ruas com referência a pessoas de alguma forma ligadas ao tráfico de escravos; nesse protesto, o nome Buchanan Street foi então “trocado” para George Floyd Street — uma petição com mais de 26 mil assinaturas quer mudar de forma permanente esses nomes de ruas.

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A Apple — que não está apenas no discurso e decidiu agir, investindo US$100 milhões em iniciativas contra o racismo — se antecipou e já tratou de mudar o nome da loja.

App italiano para monitoramento da COVID-19 com bons números

Por fim, temos boas notícias vindo da Itália em relação ao monitoramento da COVID-19. Por lá, como falamos no começo do mês, o governo lançou o Immuni, app para rastrear a doença integrado à API desenvolvida pela Apple e pelo Google.


Ícone do app Immuni

Immuni

de Ministero della Salute

Compatível com iPhones
Versão 2.1.5 (40.9 MB)
Requer o iOS 13.0 ou superior
Screenshot do app ImmuniScreenshot do app ImmuniScreenshot do app ImmuniScreenshot do app Immuni

Disponível há poucos dias, o aplicativo já foi baixado por 25% das pessoas que tiveram acesso a ele. Isso porque o governo preferiu disponibilizá-lo inicialmente em quatro regiões, com uma população combinada de 8 milhões de pessoas — o app só será liberado para todos na Itália (população de 60 milhões) no fim do mês.

Segundo informou a Reuters, cerca de 2,2 milhões de pessoas baixaram o app, e as indicações são de que as preocupações com privacidade são menos prevalentes do que o esperado — ao abrir o app pela primeira vez, ele aborda as oito proteções de privacidade que a API da Apple e do Google levam em consideração.

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O governo italiano enfatizou que o uso do aplicativo é opcional, mas que cada pessoa que escolhe usá-lo faz a diferença para vencer a batalha contra o novo Coronavírus.

via 9to5Mac [1, 2, 3]

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