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Tim Cook diz que Apple não compra empresas para reprimir competição — ao contrário das concorrentes

Uma rara discussão sobre as práticas de aquisição da Maçã
Tim Cook
Tim Cook/Business Insider

O depoimento de Tim Cook ao Senado dos Estados Unidos já passou sem grandes revelações, mas o CEO1 da Apple não parou por aí: ele concedeu algumas entrevistas para veículos da área compartilhando informações importantes, como a de que os empregados da Maçã nos EUA continuarão trabalhando das suas casas ao menos até o fim de 2020.

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Agora, em entrevista à CNBC, Cook falou um pouco sobre um assunto que geralmente não é comentado pela Apple: a aquisição de outras empresas e a lógica da Apple por trás desses investimentos.

O assunto entrou em pauta na conversa porque outras gigantes investigadas no inquérito, como o Google e o Facebook, foram intensamente questionadas sobre possíveis práticas anticompetitivas nas suas aquisições — isto é, o ato de comprar empresas menores com tecnologias ou serviços promissores e eventualmente desativá-las para evitar o surgimento de um concorrente.

Segundo Cook, esse não é o modus operandi da Apple:

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Se você olhar para os elementos por trás da investigação, os elementos principais são aquisições, e você deve ter notado que nós não recebemos nenhuma pergunta sobre aquisições porque nossa abordagem nesse tema é a de comprar empresas em áreas onde temos desafios — e, por fim, transformar as propriedades intelectuais delas em recursos para os nossos dispositivos.

Cook citou especificamente o caso do Touch ID, afirmando que a Apple comprou uma empresa há alguns anos especificamente para acelerar o funcionamento do leitor de digitais.

Outros exemplos importantes são os das dezenas de empresas de inteligência artificial compradas para melhorar a performance da Siri, a compra da Dark Sky (que se traduziu em melhorias para o app Tempo no iOS 14) ou a própria aquisição da Beats — a maior da história da Apple, por US$3 bilhões —, que levou à criação do Apple Music.

Esse, portanto, é um assunto em que a Apple pode respirar com alguma tranquilidade. Em relação à App Store ou a diversos outros serviços na mira dos órgãos reguladores, entretanto, a bola ainda está em jogo.

via AppleInsider

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