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Loja da Apple em Nova York é vandalizada por protestantes anti-fascistas

Uma vidraça foi quebrada e algumas paredes foram pichadas
Apple Williamsburg

Às vésperas da eleição presidencial, a polarização política nos Estados Unidos continua gerando intensos conflitos e episódios de violência. Em relação à Apple, especificamente, já falamos aqui sobre a loja de Chicago saqueada na última semana; desta vez, o problema ocorreu em Williamsburg (bairro do distrito do Brooklyn, em Nova York).

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Como informou o Daily Mail Online, um pequeno grupo de protestantes anti-fascistas vandalizou a Apple Williamsburg, quebrando uma vidraça da loja e pichando frases contra a polícia — desta vez, entretanto, nada parece ter sido roubado. O caso ocorreu na noite do último sábado (15/8), e um vídeo mostra a ação dos vândalos:

Outros estabelecimentos nas redondezas também foram atingidos: uma loja da rede Whole Foods, por exemplo, teve os dizeres “Murder Bezos” (“Mate Bezos”) pichados em suas paredes, em referência ao multibilionário dono da Amazon (dona da Whole Foods). A polícia local está tentando identificar os indivíduos que vandalizaram os estabelecimentos.

Centenas de protestantes anti-fascistas estavam marchando em solidariedade a um grupo do #BlackLivesMatter que, mais cedo no mesmo dia, entrou em confronto com militantes de extrema-direita em Atlanta (Geórgia), no sul do país: por lá, mais de 2 mil supremacistas brancos brandiram bandeiras confederadas, símbolo do segregacionismo racista, pedindo que o país “proteja sua história e a Segunda Emenda“. O confronto entre os grupos, embora violento, não gerou mortes ou ferimentos graves.

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O fato é que a Apple terá de desenvolver uma estratégia se quiser evitar que suas lojas continuem sendo visadas pelos protestos: com uma das empresas mais ricas do mundo, a Maçã acaba sendo um símbolo da extrema concentração de renda que é, afinal de contas, uma das principais razões da revolta dos grupos anti-fascistas.

Obviamente, substituir/reparar uma vidraça não representa mais do que um trocado para a Apple. Ainda assim, numa conjuntura que em nada indica o fim dessa extrema polarização política, é de se pensar que determinadas lojas continuarão vendo alguns vidros quebrados e paredes pichadas aqui e ali. Será que a Maçã fará alguma coisa em relação a isso?

via Cult of Mac

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