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"007 - Sem Tempo para Morrer"

Apple ofereceu US$400 milhões por “007”, mas MGM negou

A Apple foi a única a fazer uma oferta ao estúdio, pelo visto

Há alguns dias, falamos aqui sobre a disputa entre a Apple e a Netflix pelos direitos do filme “007 – Sem Tempo Para Morrer” — negócio que, caso concretizado, representaria um fato inédito na indústria dos grandes blockbusters1. O fato é que, bom… parece que não vai rolar.

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De acordo com o Hollywood Reporter, a MGM (estúdio dono da franquia “007”) procurou plataformas interessadas em adquirir os direitos do novo filme por algo entre US$650 e US$700 milhões. Nem a Apple nem a Netflix quiseram negociar nesses termos, mas a Maçã teria sido a única a fazer uma contraproposta: US$400 milhões pelos direitos do filme por um ano.

O estúdio considerou o valor muito baixo e encerrou as negociações. Não é de se surpreender: geralmente, o custo de uma megaprodução desse tipo gira em torno dos US$200-250 milhões — e esse número não leva em conta os gastos com marketing, que podem facilmente dobrar (ou mais!) essa cifra. Se a MGM aceitasse vender os direitos do filme por US$400 milhões, certamente perderia dinheiro.

Além disso, em condições normais de temperatura e pressão, um blockbuster com o quilate da franquia “007” tem potencial de faturar mais de US$1 bilhão em bilheteria nos cinemas — “Operação Skyfall” ultrapassou este número, enquanto “Spectre” chegou perto disso. E olha que nem estamos considerando, nessa conta, os rendimentos posteriores com Blu-rays, vendas digitais e licenciamento para plataformas de streaming.

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Por outro lado, se tem uma coisa em que não estamos no momento são condições normais de temperatura e pressão. Por conta da pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), o lançamento de “007 – Sem Tempo Para Morrer” já foi adiado duas vezes e agora está previsto para abril próximo. Só que ninguém sabe como o mundo e os cinemas estarão em abril de 2021 — na perspectiva mais otimista, boa parte das salas do mundo já estarão reabertas, mas ainda implementando protocolos severos de distanciamento social, o que derruba drasticamente as projeções de bilheteria.

O fato é que, agora, a MGM terá de lidar com isso: o estúdio não vai muito bem das pernas há mais de duas décadas, e tem a franquia “007” basicamente como seu único ativo de valor. A estreia nos cinemas ainda parece mais provável, mas se o novo filme de James Bond não chegar ao faturamento esperado, pode ser que o icônico estúdio do leão tenha problemas mais graves daqui para frente.

De qualquer forma… se nenhuma reviravolta ocorrer nos próximos meses, não, não veremos as peripécias bondianas na Maçã.

via iMore

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