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Macs e chip M1
T3

Macs com M1 superam até o Mac Pro em novos testes

E a economia de bateria é absolutamente impressionante

As atenções da semana no mundo tecnológico estão totalmente voltadas aos novos MacBooks Air e Pro equipados com o chip M1, da própria Apple.

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Já sabemos que os processadores têm performance invejável e um futuro brilhante pela frente, mas hoje, com a publicação dos primeiros reviews das novas máquinas na imprensa estrangeira, temos mais um fator importante para levar em conta: as impressões do mundo real. E a boa notícia é que, até o momento, elas são muito, muito boas.

Matthew Panzarino, do TechCrunch, passou os últimos dias testando os novos Macs com o M1 e ficou impressionado — não só com a performance das máquinas, mas principalmente com a bateria dos portáteis: segundo ele, o chip coloca no chinelo alguns dos Macs portáteis mais poderosos já feitos… ao mesmo tempo em que entrega entre 2-3x mais longevidade desplugado da tomada. No mínimo.

Segundo Panzarino, a melhor forma de descrever o uso dos novos computadores é compará-los a um iPad Pro de última geração: tudo ocorre instantaneamente, e a transição de uma máquina Intel para uma máquina com M1, nas palavras dele, é como se livrar de uma dor crônica da coluna e sentir, depois de anos, o alívio. De fato, é um grande alívio ver a captura abaixo:

Abrindo aplicativos no MacBook Pro com M1

O jornalista percebeu que, ao compilar o código aberto do WebKit (o motor de renderização do Safari), o Mac mini e o MacBook Pro equipados com M1 foram capazes de realizar a tarefa alguns segundos mais rápidos que o atual Mac Pro — foram 20 minutos e 43 segundos para concluir o processo. O MacBook Pro de 13 polegadas com Intel levou 46 minutos para realizar a mesma tarefa.

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Mais importante: após realizar a compilação, tanto o MacBook Pro quanto o MacBook Air com M1 tinham ainda 91% de bateria disponível. O MacBook Pro de 16 polegadas, após o mesmo processo, tinha 61% ainda no tanque, enquanto o Pro de 13 polegadas (Intel) caiu para 24%. Impressionante!

Acho que esse é o gráfico-chave. Essa é uma compilação completa de um novo checkout do WebKit no M1, seguido de um gráfico que compara o uso da bateria. Não está errado: eu testei algumas vezes para confirmar que os números eram esses mesmos. Sim, [os Macs com M1] ainda tinham 91% de bateria restante.

A edição e a renderização de vídeos também renderam elogios, e Panzarino notou que as novas máquinas ficam atrás de computadores mais parrudos apenas quando dependem muito da GPU1 — e olha que estamos falando aqui de placas gráficas dedicadas, como a 5500M ou a Vega II, ambas da AMD.

Nem tudo foi motivo de elogios, entretanto: Panzarino criticou a integração inicial dos Macs com os aplicativos para iOS/iPadOS, classificando a experiência como “quase cômica” e pouco intuitiva para o usuário, sem um bom transporte do controle por toque para o trackpad. Segundo ele, essa é a pior das experiências de apps nos Macs com M1 (a melhor são os apps nativos, seguido daqueles rodando via Rosetta 2, os do Catalyst e, por fim, os do iOS/iPadOS).

A análise de Panzarino tem vários outros testes e benchmarks que você pode conferir, todos dando larga vantagem aos Macs com M1. O fato é que, no geral, o futuro realmente é brilhante — e a Intel pode começar a se preocupar de verdade.

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