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Nissan/Renault
Yuliia Lisiana / Shutterstock.com

Renault-Nissan são agora as mais cotadas para o “Apple Car”

Agora que a Hyundai/Kia está fora dos planos (pelo menos por enquanto) de fabricação do “Apple Car”, as especulações sobre o esperado veículo da Maçã passaram a focar em possíveis outras fabricantes/montadoras de veículos — a exemplo da GM/PSA e da Mercedes-Benz, que foram citadas antes de a suposta parceria com a gigante sul-coreana ir por água abaixo.

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No começo deste mês, inclusive, comentamos a possibilidade de a montadora japonesa Nissan fabricar o carro da Apple — uma vez que, segundo analistas, ela “não está fazendo muita coisa”.

Fato é que agora, após as notícias sobre a Hyundai se espalharem, a Nissan deu indícios de que estaria mesmo interessada em uma parceria com a Apple, citando a necessidade de “permanecer ágil, pois a tecnologia permeia a indústria automobilística”. As informações são do The Wall Street Journal1.

À medida que a tecnologia remodela a indústria automobilística, precisamos tomar novas iniciativas e trabalhar com empresas bem informadas, com boa experiência, por meio de parceria e colaboração.

Aqueles mais inteirados no mundo automobilístico devem saber que a Nissan faz parte de um conglomerado que também inclui a japonesa Mitsubishi e a francesa Renault — a chamada Renault-Nissan Alliance.

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Teoricamente, isso torna a Renault uma outra potencial parceira para a empreitada da Apple, algo que também tem sido ventilado por analistas do JPMorgan.

Aliança Apple/Renault Nissan? Talvez.

Um elemento importante nessa equação é a capacidade de produção da Renault, que supostamente pode produzir mais de 1 milhão de unidades por ano — somente na Europa. Isso seria muito mais do que a capacidade da então parceria com a Hyundai, a qual poderia produzir, inicialmente, 100 mil carros por ano, com um máximo de 400 mil unidades anuais.

A parceria Renault-Nissan também abriria as portas para uma “produção global de veículos”, segundo informações. Nesse sentido, a aliança das montadoras abrange regiões-chave da Europa, da China, da América do Norte, da América Latina e de toda a Ásia, o que daria à Apple um “alcance considerável”.

Outras opções

Informações da CNN também sugerem outras fabricantes que poderiam trabalhar com a Apple — como a Honda, a Stellantis e a BMW. De acordo com eles, empresas menores, pelo menos em termos automotivos, “podem ser mais abertas a um acordo”.

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Talvez a BMW veja as coisas de forma um pouco diferente, no sentido de: “Ok, em algum momento temos que aceitar que a Apple está entrando no negócio de automóveis e, se isso estiver acontecendo, queremos ser o parceiro deles em vez de qualquer outra empresa.”

Por fim, ainda há a possibilidade de a Apple recorrer a fornecedores independentes, como a austríaca Magna Steyr, que atualmente fabrica carros para montadoras como Mercedes-Benz, Toyota, BMW e Jaguar — essa especulação não é nem um pouco recente.

Não obstante, nesse último caso, a Apple poderia evitar batalhas sobre a marca e o controle criativo do “Apple Car”, tornando o processo de fabricação do seu veículo bem semelhante ao dos seus gadgets — ou seja, o design/tecnologia são pensados em Cupertino e a montadora fica responsável apenas pela produção em si.

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De fato, são múltiplas opções e diversas portas ainda estão abertas. O que a Apple escolherá, no fim de contas, só o tempo revelará.

via AppleInsider, 9to5Mac

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