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Campanha da Intel com Justin Long comparando Mac e PC

Intel reforça ataque à Apple com site que compara Macs e PCs

A mensagem da gigante é clara: com PCs, você tem escolha — e com Macs não

O cenário já estava se desenhando desde as primeiras declarações do seu novo CEO1, mas ao longo do último mês a Intel oficialmente resolveu extinguir a política de boa vizinhança com a Apple: a gigante lançou uma campanha mostrando tudo o que PCs podem fazer e Macs não, e contratou até mesmo o ator Justin Long (famoso por interpretar o Mac na icônica campanha “Get a Mac”, da Apple, nos anos 2000) para estrelar seus novos comerciais.

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Hoje, a empresa deu mais alguns passos na sua cruzada contra a Apple, os Macs e o chip M1: primeiro, a Intel publicou mais uma foto provocativa no Twitter — que compartilhamos mais cedo em nosso Instagram.

Agora há pouco, ele pôs no ar uma página com uma série de comparativos (um tanto… enviesados, se vocês querem minha opinião) com o objetivo de provar a potenciais consumidores que os PCs equipados com seus processadores seriam, hoje, melhores opções de compra do que as máquinas da Maçã.

No geral, a página repete vários dos pontos citados pela Intel nos seus comerciais anteriores. Segundo a empresa, o universo dos PCs tem uma gama muito maior de formatos, opções com telas sensíveis ao toque, suporte a múltiplos monitores 4K, conectividade física mais ampla… resumindo, apenas verdades — mas verdades, claro, que favorecem o seu lado da história.

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Não há comparação entre Macs e PCs com processadores Intel Core no quesito de inovação do design. Os PCs podem ser personalizados para atender às necessidades específicas de hardware e software de cada usuário, para que cada máquina trabalhe da forma como o usuário gosta de trabalhar. Resumindo: os PCs oferecem escolha, algo que os usuários não têm com os Macs.

Há uma seção dedicada a criticar a Touch Bar em detrimento dos PCs com múltiplas telas e outra que cita os computadores conversíveis — que podem atuar como laptop ou tablet dependendo da configuração, algo que, na Apple, você só conseguiria comprando um Mac e um iPad (será?).

A Intel aventura-se até mesmo no terreno da performance, citando alguns números nos quais seus chips de 11ª geração superam o M1 — eles incluem novas ferramentas de inteligência artificial da Topaz Labs, e processos específicos do Adobe Premiere Pro e do Google Chrome. Como já notamos nesse artigo, entretanto, as comparações são (mais uma vez) um tanto desequilibradas.

O resumo da ópera é que, bom, a Intel voltou a jogar. Vamos ver se os seus novos esforços tirarão parte do impulso da Apple ou se a Maçã continuará colhendo os excelentes frutos do Apple Silicon.

via MacRumors

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