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Xiaomi lança sua versão do AirPower e smartphone com telinha traseira

Algumas novidades interessantes da gigante chinesa

Na última semana foi a OnePlus, e no cada vez mais competitivo terreno dos smartphones chineses, hoje foi a Xiaomi que subiu ao palco (virtual) para apresentar suas novidades para o primeiro semestre — incluindo nada menos que sua própria versão, existente e funcional, do AirPower.

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Vamos dar uma olhada?

Base de carregamento

Para início de conversa, a nova base de carregamento da Xiaomi é basicamente tudo o que a Apple prometeu e não conseguiu cumprir, inclusive no design — a Xiaomi até tirou um leve sarro da Maçã colocando um iPhone nas imagens promocionais do produto.

Base de carregamento da Xiaomi semelhante ao AirPower

Temos aqui 19 bobinas de carregamento sobrepostas entre si, que permitem ao usuário recarregar até três dispositivos ao mesmo tempo sem um posicionamento específico — simplesmente posicione seu smartphone ou acessório na superfície, em qualquer lugar, e se despreocupe. Cada dispositivo pode ser carregado a até 20W, com uma potência total de 60W no acessório.

Segundo a Xiaomi, a demora para lançar o acessório pode ser atribuída justamente ao fato que (supostamente) levou a Apple a cancelá-lo: os engenheiros quebraram a cabeça para resolver o problema de superaquecimento trazido pelas bobinas sobrepostas. De acordo com a empresa, entretanto, a questão foi totalmente solucionada e o design final não sofre do problema.

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O carregador da Xiaomi conta com suporte à tecnologia Qi, então ele é compatível com qualquer dispositivo predisposto a ser recarregado sem fios. E seu preço será muito mais baixo do que qualquer previsão que fizemos para o AirPower: cerca de ¥600 (R$522). Ele já está disponível na China, mas ainda não temos informações sobre um possível lançamento internacional.

Mi 11 Ultra

Seguindo o lançamento do Mi 11, a Xiaomi lançou hoje também o Mi 11 Ultra, um smartphone totalmente focado nas suas capacidades de câmera — que já são vistas com bastante contundência no seu módulo traseiro, o qual ocupa basicamente ⅓ da superfície do aparelho, forma uma protuberância considerável e traz até mesmo uma telinha secundária (AMOLED1, de 1,1 polegada), que pode ser utilizada para exibir notificações, nível da bateria e como um visor para selfies.

Xiaomi Mi 11 Ultra

São três câmeras na parte de trás: a principal é a primeira a trazer o novo sensor ISOCELL GN2, da Samsung, e tem 50 megapixels combinados com uma lente grande-angular. As câmeras ultra-angular e teleobjetiva têm um sensor de 48MP da Sony — a primeira tem um campo de visão de 128º, enquanto a segunda pode chegar a até 120x de zoom digital sem perdas consideráveis.

O aparelho permite a gravação de vídeos 8K nas três câmeras traseiras (inclusive em duas delas ao mesmo tempo). O Mi 11 Ultra, vale notar, mal foi lançado e já está no topo do ranking de melhores câmeras de smartphones da DXOMARK, com 143 pontos!

Xiaomi Mi 11 Ultra

De resto, o aparelho é bem similar ao Mi 11 “comum”: ele conta com uma tela AMOLED curvada de 6,81 polegadas, taxa de atualização de 120Hz, suporte a HDR10+ e a Dolby Vision, além de leitor de digitais embutido e câmera frontal de 20MP. O processador é o Qualcomm Snapdragon 888, temos até 12GB de RAM2 e até 512GB de armazenamento. O carregamento — com ou sem fio — pode chegar a até 67W, e a traseira do dispositivo é toda revestida em cerâmica.

O Mi 11 Ultra partirá de ¥6.000 (~R$5.300) na versão de 8GB de RAM e 256GB de armazenamento, chegando a ¥7.000 (~R$6.200) na versão de 12GB/256GB. O aparelho será lançado nas próximas semanas na China e chegará à Europa “muito em breve” — em versão única, com 12GB de RAM e 256GB de armazenamento, por 1.200€.

Mi Band 6

A nova pulseira inteligente da Xiaomi traz uma tela maior, de 1,56 polegadas, com tecnologia AMOLED. Ela é capaz de monitorar até 30 tipos de exercícios, com medições e análises aprofundadas em seis (incluindo ciclismo, corrida e caminhada).

Xiaomi Mi Band 6

O aparelhinho também traz oxímetro, monitoramento de sono e vários recursos de controle de notificações e interação com o celular — é possível, por exemplo, usar a pulseira como um disparador da câmera ou um controlador de reprodução das suas músicas. A bateria da Mi Band 6 dura 14 dias e o dispositivo é capaz de suportar imersão em até 50 metros de água!

A Mi Band 6 será lançada na China na próxima semana por ¥230 (~R$200) no modelo sem NFC3, ou ¥280 (~R$250) na versão com a tecnologia. A versão global da pulseira será vendida na Europa por 45€, mas trata-se da versão sem NFC.

Mais novidades

Xiaomi Mi 11 Pro
Mi 11 Pro

O Mi 11 Pro é uma versão um pouco mais… modesta do Mi 11 Ultra. As características principais (tela, processador, construção) são basicamente as mesmas, mas o módulo de câmeras traseiro é mais discreto, sem telinha de selfies e com câmera ultra-angular de 13MP (o sensor principal é o mesmo). Ele já está disponível na China por preços que variam entre ¥5.000 (~R$4.400) e ¥5.700 (~R$5.000).

Xiaomi Mi 11i
Mi 11i

A Xiaomi lançou também a versão global do Mi 11, batizada de Mi 11i — ela é quase idêntica à versão chinesa, com processador Snapdragon 888, tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120Hz e câmera traseira principal de 108MP. O aparelho sairá por 650€ (8GB/128GB) ou 700€ (8GB/256GB) no seu lançamento europeu.

Xiaomi Mi Smart Projector 2 Pro

Por fim, o Mi Smart Projector 2 Pro é uma opção interessante para quem quer um cinema em casa: o projetor é capaz de criar imagens de 60 a 120 polegadas, com brilho máximo de 1.300 nits e suporte a 1080p/HDR10. Ele roda o Android TV, tem dois alto-falantes de 10W e junta tudo isso num corpo bem compacto, perfeito para ser levado a qualquer lugar. Ele sairá por 1.000€ em seu lançamento na Europa.

via Engadget, 9to5Mac

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