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Chips M1 Pro e M1 Max

Site faz análise aprofundada dos chips M1 Pro e M1 Max

Ainda que sejam baseados no M1, os novos processadores ainda contam com algumas cartas na manga!

Na semana passada, vimos a Apple finalmente introduzir seus próprios processadores focados no mercado profissional. O M1 Pro e M1 Max, baseados no M1 (lançado em novembro passado), possuem algumas cartas na manga, as quais possibilitam belos ganhos de performance se comparados ao seu irmão menor.

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O AnandTech descobriu algumas informações adicionais sobre os novos processadores — as quais foram compartilhadas por Phil Schiller, ex-vice-presidente sênior de marketing mundial da Maçã e atual Apple Fellow.

Os SoCs #M1Pro e #M1Max, da #Apple, investigados pelo @anandtech. “A combinação de desempenho bruto, aceleração única, bem como eficiência de energia absoluta, é algo que você simplesmente não pode encontrar em nenhuma outra plataforma…”

Vamos entender um pouco mais sobre eles?

M1 Pro

M1 Pro

Comecemos pelo irmão do meio da família. Como já falamos anteriormente, tanto o M1 Pro quanto o M1 Max possuem uma CPU1 de 10 núcleos — 8 de alta performance e 2 de eficiência.

A primeira confirmação por parte do AnandTech, é que, de fato, os chips M1 Pro e M1 Max são baseados na mesma arquitetura do chip M1 e do A14 Bionic. Muitos especulavam que os novos processadores da Maçã já seriam uma nova geração de chips, como o A15 Bionic — mas pelo visto, este ainda não é o caso.

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Apesar de terem os mesmos núcleos, os modelos novos possuem um clock superior de até 3.228MHz, e essa frequência varia dependendo da quantidade de núcleos ativos por cluster — batendo 3.132MHz quando dois estão ativos ou 3.036MHz quando três ou quatro núcleos estão ativos.

Essa divisão por clusters se dá porque os 8 núcleos de alto desempenho são, na verdade, 2 conjuntos com 4 núcleos cada — ambos com os seus próprios caches L2 de 12MB. Além disso, cada um desses conjuntos pode aumentar o clock de suas CPUs de forma independente.

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Naturalmente, os dois núcleos de eficiência tem seu clock reduzido para 2.064MHz e, apesar de serem apenas uma dupla — ao contrário dos quatro núcleos de eficiência do M1 —, a Apple ainda os deu o mesmo cache L2 de 4MB. Para completar, o M1 Pro ainda oferece um aumento de 50% em SLC (system cache level), batendo 48MB.

Outro belo upgrade é a sua maior largura de banda de memória (memory bandwidth), podendo chegar a velocidades de até 204GB/s. O M1, por sua vez, alcança “somente” 68GB/s — coloco “somente” entre aspas pois isso ainda é bem maior do que alguns laptops da concorrência, os quais ainda contam com interfaces de 128 bits.

M1 Max

M1 Max

O M1 Max oferece uma performance ainda maior do que o seu irmão Pro. Neste caso, a GPU2 é a maior diferença de um para o outro, já que o M1 Max oferece 24 ou até 32 núcleos gráficos — contra 14 ou 16 do M1 Pro.

Sua GPU tem um clock de 1.296MHz, acima do que é visto na maioria das máquinas portáteis, mas ainda abaixo de alguns PCs ou consoles, nos quais a GPU pode alcançar por volta de 2,5GHz.

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A Apple também dobrou a interface de memória, usando um subsistema de memória LPDDR5 de 512 bits de largura, o que lhe garante uma largura de banda de 408GB/s — algo inédito em um SoC e raro entre GPUs discretas.


No mais, o AnandTech também elogiou o baixo consumo energético do M1 Pro e do M1 Max — considerando que ambos estão bem à frente da competição neste quesito. Segundo o site:

A combinação de desempenho bruto, aceleração única, bem como pura eficiência energética, é algo que você simplesmente não consegue encontrar em nenhuma outra plataforma agora, provavelmente tornando os novos MacBook Pro não apenas os melhores laptops, mas definitivamente os melhores dispositivos para a tarefa.

Nada mau, não?! 👏🏼


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Preço parcelado: em até 12x de R$2.249,92
Características: M1 Pro ou M1 Max
Cores: cinza espacial ou prateado
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