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The Washington Post
Gesto de pinça no iPad

Apple é “acusada” de manipular imagens com gesto de zoom

Acontece nos Estados Unidos o julgamento de Kyle Rittenhouse, acusado de matar dois manifestantes durante um protesto antirracista no estado americano do Wisconsin, no ano passado. Você deve estar se perguntando, no entanto, o que isso tem a ver com a Apple

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Durante a apresentação das evidências do crime, o advogado de Rittenhouse, Mark Richards, se opôs à reprodução de imagens de vigilância em um iPad, alegando que a Apple “tem um recurso de inteligência artificial que manipula a filmagem” quando você faz o gesto de pinça para ampliar uma imagem ou vídeo.

Os iPads, que são feitos pela Apple, têm inteligência artificial que permite que as coisas sejam vistas em três dimensões e logaritmos. E ele usa inteligência artificial, ou seus logaritmos, para criar o que eles acreditam que está acontecendo. Portanto, este não é um vídeo realmente aprimorado, é a programação do iPad da Apple criando o que pensa estar lá, não o que necessariamente está lá.

Além de confundir algoritmos com logaritmos, Richards admitiu que não entende a tecnologia por trás da inteligência artificial do iPad “supostamente tendenciosa”. Vale notar que o gesto de pinça está disponível nos gadgets da Apple desde o primeiro iPhone — tanto é que o cofundador da Maçã, Steve Jobs, impressionou o público quando apresentou o método pinch-to-zoom no iPhone original, em 2007.

Essa objeção iniciou uma discussão de dez minutos entre os advogados e o juiz Bruce Schroeder. O promotor público assistente que está liderando a acusação, Thomas Binger, disse que ampliar as imagens mostradas em iPads e iPhones “é uma parte da rotina da vida diária que todos os jurados entenderiam e que o procedimento não afetaria a integridade da imagem”.

O advogado de defesa de Kyle Rittenhouse, Mark Richards, se opõe a reproduzir o vídeo de vigilância do primeiro tiroteio porque a Apple “usa inteligência artificial para criar o que acredita estar acontecendo”.
Richards também admitiu que não entende a tecnologia “de jeito nenhum”.

Passada a discussão inicial, o juiz negou o pedido de adiamento da promotoria e ordenou uma pausa na audiência, durante a qual ele sugeriu que Binger encontrasse um especialista para confirmar ou negar que, ao ampliar uma filmagem com o gesto de pinça, a imagem realmente é manipulada/distorcida.

O julgamento deverá continuar durante o restante desta semana. Vamos continuar acompanhando para saber se a suposta distorção de imagens nos dispositivos da Apple foi confirmada — ou não.

via The New York Times

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