Quando a gente achava que a situação envolvendo a pandemia da COVID-19 estaria majoritariamente controlada neste fim de ano, não é bem isso que vem acontecendo. Nos Estados Unidos, por exemplo, a não vacinação por parte de parcela da população, bem como a disseminação da variante Ômicron, vêm promovendo novos surtos do vírus pelo país.
A Apple, inclusive, teve de fechar agora três lojas de varejo nos EUA e no Canadá após novos surtos da doença em Miami (Flórida), Annapolis (Maryland) e Ottawa (Canadá).
O fechamento das lojas se deu devido ao aumento dos casos internos e deverá durar alguns dias, tempo necessário para que todos os funcionários façam testes de COVID-19 e para que tudo seja restabelecido com segurança.
Em comunicado, a Apple afirmou que monitora regularmente as condições de trabalho e que ajustará suas “medidas de saúde para apoiar o bem-estar dos clientes e funcionários”, deixando claro que tomará todos os cuidados necessários para manter tudo seguro:
Continuamos comprometidos com uma abordagem abrangente para nossas equipes que combina testes regulares com verificações diárias de saúde, mascaramento de funcionários e clientes, limpeza profunda e licença médica remunerada.
De acordo com a Bloomberg, a Apple só havia precisado fechar uma loja de cada vez desde a reabertura total, no início deste ano, nunca mais que isso. Na semana passada, por exemplo, a empresa fechou uma loja no Texas pelo mesmo motivo.
A empresa, vale recordar, vem fazendo de tudo para impedir esse tipo de problema. Recentemente, por exemplo, ela passou a exigir testes rápidos dos funcionários periodicamente e orienta aos que tenham sintomas que permaneçam em casa.
Atualização, por Diogo Ammon16/12/2021 às 19:00
Segundo Mark Gurman, a Apple fechou mais uma loja devido ao aumento de casos da COVID-19 nos Estados Unidos — a loja em questão é a Apple Ala Moana, em Honolulu (Havaí).