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Foto de Ross Parmly no Unsplash

Até US$1.000: iPhones e Macs podem entrar no Brasil sem imposto

Uma ótima notícia para aqueles que viajam para o exterior e querem aproveitar os preços em dólar!

Meus amigos brasileiros e viajantes, já podem comemorar! A Receita Federal recentemente ampliou (ou melhor, dobrou) o limite para isenção de impostos ao trazer produtos de fora do Brasil por meio aéreo ou marítimo.

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Com a nova regra, divulgada pela Radioagência Nacional e efetiva desde de 1º de janeiro de 2022, produtos (um único ou vários somados) de até US$1.000, adquiridos no exterior, podem agora passar pela alfândega sem o pagamentos de impostos — antes, como falamos, esse limite era de US$500.

Esta é a primeira mudança em 26 anos desse limite de isenção de mercadorias trazidas de fora durante viagesn. A medida, segundo o órgão, visa compensar o efeito inflacionário que recaiu sobre o Brasil e o mundo nas últimas décadas.

Com a mudança, produtos que antes seriam taxados agora passarão isentos pela Receita. Isso inclui, é claro, diversos modelos de iPhones, Macs, iPads, Apple Watches e outros produtos que, sejamos francos, ficam bem mais em conta quando comprados no exterior.

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Confira, abaixo, alguns exemplos de produtos da Apple entre US$500 e US$1.000 que agora não serão mais taxados:

  • iPhones 13 mini, 13 e 13 Pro, três dos modelos topos-de-linha da Apple que custam respectivamente a partir de US$730, US$830 e US$1.000.
  • iPhones 12 e 12 mini também entram na jogada, já que custam respectivamente a partir de US$630 e US$730.
  • Alguns modelos de Macs com chip M1, como o Mac mini e o MacBook Air, os quais custam respectivamente a partir de US$700 e US$1.000.
  • iPad Air e iPad Pro de 11 polegadas, os quais, em seus modelos base, custam respectivamente US$600 e US$800.
  • iPad mini de 6ª geração com 256GB de armazenamento, o qual custa US$650.
  • Alguns modelos mais caros de Apple Watch, como o Apple Watch Series 7 de aço inoxidável, que custa inicialmente US$700.
  • AirPods Max, os quais custam a bagatela de US$550.

Vale notar, entretanto, que mesmo com o aumento do limite, na hora de passar pela alfândega é considerado é o valor total das suas compras, e não dos produtos individualmente. O valor excedente das compras somadas acima de US$1.000 será taxado em 50%, mediante declaração antecipada por parte do viajante. Então, vale sempre colocar na ponta do lápis os produtos que você realmente deseja trazer lá de fora para não exceder a taxa.

Além disso, é preciso considerar que os valores não consideram impostos e taxas americanos, que variam conforme o estado e suas legislações. A nova regra também só vale para passageiros que ingressam no país por vias aérea ou marítima, e não para importação.

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Itens de uso pessoal, como celular, livros, relógios e roupas não são considerados pela Receita Federal. Ou seja, se você comprar um iPhone ou um Apple Watch para você (uso pessoal), pode ainda comprar outro para um amigo ou familiar e trazer lacrado, sem problemas — desde que ele esteja na margem de US$1.000, é claro.

No entanto, como essa cota se renova a cada 30 dias, caso você viaje bastante é bom ter em mente que, ao fazer duas viagens num curto período, precisará fazer as contas para não trazer US$1.000 em compras nas duas viagens (totalizando, no caso, US$2.000).

Aqueles que escolherem não declarar os produtos trazidos, caso sejam parados na alfândega, deverão pagar, além do imposto sobre os produtos, uma multa em cima do valor excedido.

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De qualquer forma, essa é uma ótima novidade para nós, brasileiros, já que nos dá muito mais flexibilidade na hora de fazermos compras no exterior e, de quebra, economizar uma grana com produtos da Maçã e outros. 😉

via Folha, Melhores Destinos

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