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Telão com o chip M2 na keynote da WWDC22, no Apple Park

Chip M2 é comparado com outros processadores da Apple

A Macworld publicou um comparativo interessante para termos noção do poder de processamento de todos os chips da Apple, sejam de Macs, iPhones e/ou iPads. Basicamente, foram feitos testes em aplicativos de benchmarks com o Geekbench 5. Esse tema lembra um especial que publicamos no mês passado, por meio do qual comentamos a trajetória dos chips que a Maçã já criou.

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O comparativo mostra algo que não surpreende: o chip M1 Ultra (que equipa o Mac Studio) oferece um desempenho muito maior que o do novíssimo M2 (dos novos MacBooks Air/Pro de 13 polegadas). Isso é natural por alguns motivos, já que o primeiro tem muito mais núcleos de performance que o segundo (16 contra 4), mas especialmente porque os dois não são exatamente concorrentes.

O M1 Ultra é formado pela conexão de dois chips M1 Max — que já é um chip muito mais avançado que o M1 básico. É mais justo, dessa forma, comparar o M2 a este último e esperar um “M2 Ultra”, ou equivalente, para ver onde chegará a nova geração de processadores superpoderosos fabricados pela própria Maçã. Ao observar o M1 ao lado do M2, é possível ver o incremento que já havíamos mostrado por aqui.

O gráfico que mostra os resultados de chips de Macs testados pode ser visto abaixo:

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O estudo da Macworld também arremata conclusões interessantes sobre iPhones e iPads. O chip A14 Bionic representou um salto considerável em relação ao A13. Por outro lado, o A15, dos iPhones 13, oferece um incremento tímido quando comparado com o seu antecessor, como pode ser visto no gráfico abaixo:

Vale notar que há diversas questões que influenciam o desempenho dos processadores e dispositivos, mas que por vezes são esquecidas ao avaliar os resultados. A razão da temperatura, por exemplo, estimulou a Apple a implantar o chip M1 no iPad Air de quinta geração, já que os chips da linha “A” exigem esforços maiores para resfriamento.

Por fim, são compilados todos os dados obtidos com os testes de maneira decrescente, do chip mais ao menos poderoso da Apple. É importante notar que a proporção do gráfico pode estar sendo distorcida pelo massivo poder do M1 Ultra, de modo a não acharmos que, por isso, o M2, M1, ou A15 Bionic são de alguma maneira “ruins”.

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O gráfico geral pode ser visto abaixo:

Interessante ver esses “pedacinhos de tecnologia” comparados de maneira consolidada, não? 😉

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