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Quais as diferenças entre o 5G Non-Standalone (NSA) e Standalone (SA)?

Demorou, mas finalmente estamos vendo a chegada das redes de internet móvel de quinta geração ao Brasil, o famoso 5G.

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Ainda que o processo vá demorar para se expandir a todas as regiões do país, usuários de Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte e João Pessoa já podem aproveitar uma maior velocidade e uma menor latência — dois dos principais benefícios dessa tecnologia.

Engana-se, porém, quem acha que existe apenas um “tipo” de 5G. Você provavelmente já deve ter ouvido falar das redes do tipo sub-6GHz (que é a mais usada mundialmente e a que está disponível no Brasil) e do tipo mmWave (que usa ondas milimétricas, é mais rápida que a sub-6GHz, mas tem pouco alcance e está restrita a poucos países, por enquanto).

Porém, você sabia que há dois padrões de redes 5G? São as chamadas redes 5G Standalone (SA) e Non-Standalone (NSA). Isso, inclusive, veio à tona recentemente, quando foi anunciado que uma comitiva do governo brasileiro iria até a sede da Apple discutir a liberação do 5G do tipo SA (“puro”) no país.

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Essa liberação não precisou ser feita só por aqui. Em outros países, como os Estados Unidos, a operadora T-Mobile ativou o suporte ao 5G Standalone a partir do iOS 14.5.

As diferenças

Enquanto que o 5G Non-Standalone usa o mesmo núcleo (core) das redes 4G para se conectar às redes de quinta geração e, com isso, pode ser expandido de forma mais rápida, o 5G Standalone usa redes exclusivas. Portanto, pode operar por conta própria.

É exatamente por isso que o 5G SA é chamado de 5G “puro”. Um de seus principais benefícios é uma latência (tempo de resposta que uma solicitação leva para ser transferida de um ponto para outro) ainda menor se comparada ao 5G NSA.

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Apesar disso, essas redes acabam sendo mais custosas para serem implementadas pelas operadoras, já que precisam de uma infraestrutura dedicada.

Mesmo com essa diferença na latência, vale notar que o consumidor final não notará grandes diferenças ao usar uma rede 5G NSA e uma SA no dia a dia — como na navegação pelas redes sociais, por exemplo.

Além desses dois padrões, há ainda as redes 5G DSS que, conforme já explicamos aqui, até tem uma velocidade maior que as redes 4G, mas não chega nem perto do que se espera de uma rede 5G “de verdade”.

O iPhone é compatível?

Para que os iPhones das linhas 12 e 13 possam se conectar às redes 5G do tipo Standalone, será necessária uma atualização de software — e é justamente isso que a comitiva do Governo Federal pedirá à Apple.

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Vale lembrar que a o modem 5G é diferente entre essas duas gerações de iPhones. Enquanto os iPhones 12 contam com o componente SDX55M, a linha de iPhones 13 recebeu o SDX60M. Apesar disso, é bem provável que essas duas linhas de smartphones da Maçã recebam o 5G SA sem nenhum tipo de problema por aqui.

Vou precisar trocar de chip?

Os sites de duas operadoras consultadas pelo MacMagazine que mostram alguma informação sobre as redes 5G SA (no caso, a Claro e a Vivo) afirmam que será necessário, sim, realizar também a troca do SIM card (o chip) para poder usar as redes desse tipo.


Se você mora em um dos locais já com 5G, conte pra gente: como está sendo a sua experiência até agora? 😁

via Vida Celular, Tecnoblog, TELETIME, TechTudo, Anatel

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