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DuckDuckGo no macOS e no iOS

DuckDuckGo agora também bloqueia rastreadores da Microsoft

Em maio, como noticiamos aqui no MacMagazine, o DuckDuckGo envolveu-se em uma polêmica relacionada à Microsoft. Na época, o pesquisador de dados Zach Edwards mostrou que o navegador da empresa não estava contendo rastreadores da gigante de Redmond.

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Pois bem, o CEO1 do DuckDuckGo, Gabriel Weinberg, publicou um texto no blog da empresa no qual afirmou que houve uma modificação no acordo que tem com a Microsoft. Com isso, os rastreadores da companhia passaram a ser também bloqueados no navegador — lembrando que a questão não envolve o buscador em si, mas o aplicativo do navegador.

Ele lembrou que o rastreador em questão é o de terceiros de carregamento. Ou seja, aqueles que captam informações enquanto uma página é carregada, podendo rastrear dados como o endereço IP do usuário. Com a Microsoft também deixando de poder usar esse rastreador no navegador do DuckDuckGo, Weinberg afirmou estar fazendo “muito mais que a concorrência”.

Contudo, como maneira de se resguardar, o buscador lembrou que já estava fazendo bastante antes dessa atualização. Em um email ao The Verge, a vice-presidente de comunicações da empresa, Kamyl Bazbaz, afirmou que, entre os primeiros 1.000 sites a aparecerem nas buscas, houve um aumento de apenas 0,25% nos bloqueios.

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Vale ressaltar que a Microsoft continua rastreando um ponto específico: conversões (quando um anúncio converteu-se em uma venda). Nesse sentido, o domínio bat.bing.com ainda faz o papel de rastrear se, ao clicar em um anúncio exibido no DuckDuckGo, o usuário comprou algum produto.

A Microsoft, porém, garantiu que isso não a impede de respeitar a privacidade dos internautas. Por isso, segundo a empresa, não se associa o que é rastreado à identidade de um usuário — e o que é coletado não é indevidamente compartilhado. Para evitar esse rastreio, pode-se desativar os anúncios no navegador do DuckDuckGo.

Apesar de o DuckDuckGo ter uma premissa interessante, com maior foco em privacidade, é preciso reconhecer que esse ímpeto é especialmente difícil em um mercado que rema na direção contrária. O Bing, nesse caso, é usado como fonte das buscas privadas do navegador.

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A empresa lembrou que a solução definitiva para a problemática é o desenvolvimento de uma ferramenta que meça a efetividade dos anúncios com validação externa, respeitando a privacidade. Esse processo, porém, não é fácil e está em vigor, inclusive por parte de outras empresas, como a Mozilla e até mesmo a Apple.

Além disso, em mais um passo a fim de demonstrar mais transparência, a empresa criou um repositório no GitHub, em que estão disponíveis todos os domínios impedidos de rastrear. Também foi publicada uma nova página de ajuda, na qual a questão do rastreamento é explicada de maneira mais detalhada.

Após Weinberg agir igual a um bot no Twitter respondendo a todos os tweets que citavam o DuckDuckGo no dia em que a polêmica com a Microsoft explodiu, a empresa aparenta ter escutado as reclamações. É sempre positivo que uma empresa demonstre maior transparência em suas ações; resta saber se o que é mostrado traduz-se na realidade.


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via TechCrunch

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