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Ron Adar / Shutterstock.com
Joe Biden em frente a bandeiras dos Estados Unidos

Joe Biden sanciona lei de incentivo à fabricação de chips

Após ter sido aprovado no Senado dos Estados Unidos na semana passada, o projeto de lei CHIPS1 and Science Act foi assinado pelo presidente do país, Joe Biden. O texto, que tem a aprovação de empresas como a Apple, prevê a destinação de US$280 bilhões para áreas diversas de ciência e tecnologia, dos quais US$52,8 bilhões deverão ir para a fabricação de semicondutores.

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O objetivo da lei é estimular a produção e pesquisa científica no país, em especial a de chips. Nas últimas décadas, os EUA perderam a dianteira na fabricação de semicondutores — o que, além de significar não ter a liderança nessa área, também quer dizer que os americanos dependem de outros países para manufaturar produtos de tecnologia.

Essa dependência é especialmente complicada para os EUA por envolver países rivais como a China. Além disso, outra nação que tem destaque na produção de semicondutores é Taiwan, que mesmo não sendo um rival, é alvo de fortes tensões geopolíticas. Esse ponto tampouco é algo desejável para vincular à cadeia de produção global.

Como lembrou o The Verge, a Intel recorreu ao Departamento de Comércio dos EUA visando adquirir uma fábrica abandonada na China para fabricar seus produtos lá, em vez de fazê-lo em sua terra natal. A empresa terminou desistindo do plano, mas esse ímpeto só pôs mais pressão nas discussões sobre o então projeto de lei.

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Segundo a Associação da Indústria de Semicondutores [PDF], os EUA produziam 37% dos processadores em 1990. Hoje em dia, esse número está em módicos 12%. Como disse o próprio Biden, “os EUA inventaram o semicondutor e essa lei o traz de volta para casa”.

Companhias de semicondutores precisam “colocar a mão na massa” até este outono para corresponder à demanda crescente nos próximos anos. Diretores executivos de firmas em todas a cadeia de produção deixaram claro que a indústria está decidindo onde investir agora.

Gina Raimondo, secretária de comércio dos EUA

A ideia, dessa forma, é atrair empresas de volta ao país, com a criação de fábricas de chips, aumentando a competitividade em relação a outras nações — notadamente a China. Ainda podem ser gerados empregos, além de ajudar na balança comercial americana.

Vamos ver o impacto dessa lei nos próximos anos!

via CNET

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