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Streaming cresceu e mídias físicas (vinis) ganharam fôlego em 2022, segundo a RIAA

Tada Images / Shutterstock.com
Apps de streaming de músicas num iPhone com AirPods Pro ao lado

A RIAA (Recording Industry Association of America), associação representante das gravadoras e distribuidoras de música dos Estados Unidos, divulgou dados [PDF] relativos ao ano de 2022 sobre o mercado da música no país. Sem surpresas, o streaming continua dominando (e crescendo) como a principal fonte de receita no setor.

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No ano passado, os serviços de streaming (como Apple Music, Spotify e afins) representaram 84% de toda a receita proveniente de músicas nos EUA, enquanto mídias físicas foram a segunda maior fonte de receita (com 11%); downloads de músicas digitais (de serviços como a iTunes Store) ficaram com apenas 3%.

Limitando-se ao universo do streaming, a receita proveniente de assinaturas pagas cresceu 8% em 2022, chegando a US$10,2 bilhões. Serviços de assinatura pagos, mas que têm restrições de catálogo ou de dispositivos (como o Amazon Prime), bem como serviços de assinatura fitness (como o Apple Fitness+) cresceram 18% e já somam US$1,1 bilhão à receita.

É interessante notar a queda bruta da porcentagem de downloads digitais em relação às mídias físicas. Enquanto houve uma queda de 20% para o primeiro em relação ao ano passado, para o segundo houve um aumento de 4%. Isso não se reflete no número de unidades vendidas, já que as vendas de mídias físicas caíram 14,7%.

Isso é facilmente explicado devido à tendência recente de vendas de LPs e EPs, que são a única categoria entre os tipos de mídias físicas a ainda apresentar crescimento. Como se tratam de produtos relativamente caros por seu aspecto vintage, eles conseguem “segurar” a receita das mídias físicas e impedir uma queda na porcentagem total.

Para se ter uma ideia, em 2019 tínhamos um cenário bem mais páreo em termos de receitas para esses dois setores: cada um abocanhava 9%, enquanto o streaming já dominava com seus 80%.

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O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$11,90/mês), Individual (R$21,90/mês) e Familiar (R$34,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.


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via AppleInsider

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