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Foto de SpaceX no Unsplash

Como poderá ser o sistema de conexão por satélites de iPhones

Segundo Mark Gurman (da Bloomberg), os recursos que fazem uso da tecnologia poderão ser lançado apenas no ano que vem

Hoje mais cedo, o analista Ming-Chi Kuo trouxe informações interessantes sobre os famigerados “iPhones 13”. Mais especificamente, de que a próxima família de smartphones da Maçã contaria com um sistema de comunicação via satélites, o qual permitiria enviar mensagens mesmo fora do alcance de torres de celular.

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Tudo parecia ter sido um mal entendido que teria ligação com uma nova banda 4G/LTE em vez de uma conexão de iPhones via satélites em si. Contudo, Mark Gurman (da Bloomberg) trouxe informações adicionais as quais indicam que a primeira versão parece ser mesmo a verdadeira.

Segundo o jornalista, o novo recurso teria foco em situações de emergência. Ainda de acordo com ele, a Apple vem trabalhando nesse tipo de tecnologia de comunicação por satélites desde 2017, mas que provavelmente ela não estará pronta antes do ano que vem.

A Apple estaria trabalhando em dois recursos para fazer uso dessa tecnologia. O primeiro, chamado “Mensagem de Emergência via Satélite”, permitiria que usuários enviem mensagens de texto para serviços e contatos de emergência por meio da rede de satélites — quando não houver sinal de celular disponível.

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O recurso seria integrado ao aplicativo Mensagens como uma terceira opção de envio (além do iMessage e do SMS), e as mensagens apareceriam em um balão na cor cinza (em vez de azul ou verde). As mensagens, porém, teriam que ser mais curtas e seriam enviadas automaticamente para um contato de emergência, mesmo com o Não Perturbe ativado. Os serviços de emergência poderiam ser facilmente comunicados, e é possível que, no futuro, o sistema seja capaz também de fazer ligações.

O segundo recurso seria uma ferramenta para relatar grandes emergências, como acidentes aéreos e naufrágios. O telefone perguntaria que tipo de emergência está acontecendo, se envolve um carro, um barco, um avião, um incêndio… se há pessoas feridas ou armas envolvidas e, claro, se o resgate é necessário. Também seria possível enviar a localização e o histórico médico do usuário (armazenado no aplicativo Saúde).

Ambos os recursos dependem, obviamente, da disponibilidade de satélites e das regulamentações locais. A própria Apple criou um mecanismo que pediria aos usuários que fiquem ao ar livre e caminhem em uma determinada direção para ajudar o iPhone a se conectar a um — e é esperado que, a depender do cenário, demore um certo tempo até que a conexão seja feita.

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Gurman também disse que a Apple está desenvolvendo um chip próprio para isso, o qual substituiria o da Qualcomm — que deverá equipar os “iPhones 13”. Segundo ele, a Apple também chegou a estudar a possibilidade de lançar em órbita seus próprios satélites, mas que, por enquanto, se restringirá aos da Globalstar.

De qualquer forma, Gurman levantou a possibilidade de que, apesar de os próximos iPhones contarem com a tecnologia de conexão via satélites, a tendência é que ela não seja ativada logo de início. Ainda assim, os planos da Maçã certamente poderão mudar.

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