O mais novo levantamento [PDF] da Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) sobre as vendas de iPhones nos Estados Unidos mostra que, somados, os quatro modelos da linha atual (os iPhones 12) foram responsáveis por 63% das vendas totais de iPhones no segundo trimestre deste ano.
Mesmo com todo sucesso, o iPhone 12 Pro Max empatou com o iPhone 11, lançado em 2019, detendo os maiores percentuais de participação (23% cada). Enquanto isso, o 12 mini e o XR, de 2018, apareceram na lanterna do gráfico de vendas — cada um representando apenas 5%.
A Apple viu um aumento significativo nas vendas por meio de sua operação no varejo — incluindo lojas físicas e online. No trimestre em questão, 27% das vendas de todos os iPhones nos EUA passaram pelo varejo da empresa, em comparação com uma alta de 21% no penúltimo trimestre de 2020.
O relatório também procurou saber por quanto tempo as pessoas têm mantido seus iPhones antigos. No trimestre em questão, 37% dos usuários tinham modelos lançados há dois anos ou menos, ao passo que 30% possuíam iPhones anteriores a três anos ou mais.
A CIRP afirma que o aumento dos gastos de consumidores americanos está diretamente relacionado com a migração para modelos mais caros — e isso pode ser fruto da flexibilização das medidas de isolamento social e distanciamento físico impostas pela pandemia do novo Coronavírus (COVID-19).
Consequentemente, essa mudança resultou no aumento do preço médio de venda (average selling price, ou ASP) do iPhone, que fechou agora em US$869 — no trimestre passado, esse valor era de US$847.
O último estudo, publicado hoje, entrevistou 500 clientes nos EUA que compraram um iPhone, iPad, Mac ou Apple Watch no período de abril a junho de 2021.
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via Patently Apple
