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iPhone 12 Pro deitado na cor azul pacífico

Apple é processada por negar reparo a aparelho

Homem pede valor integral do aparelho em tribunal de pequenas causas

A Apple está enfrentando, nos Estados Unidos, um processo de um consumidor de San Francisco o qual acusa a empresa de não consertar o seu iPhone, mesmo com o aparelho estando coberto pelo prazo de garantia — ele está pedindo à empresa o exato valor que pagou pelo celular (US$1.383,13, aproximadamente R$7,6 mil em conversão direta).

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De acordo com informações do Business Insider, o cliente da Maçã (chamado Theodore A. Kim) alegou ter comprado um iPhone 12 de um revendedor autorizado no Vietnã, em outubro de 2020 — o que deveria lhe garantir assistência até outubro de 2021. Após retornar aos EUA, segundo o consumidor, o aparelho teve problemas para reconhecer um cartão SIM americano, o que o fez levar o celular a uma Apple Store local.

O consumidor afirmou que, após uma análise no depósito de reparos na loja, os responsáveis pelo atendimento alegaram a impossibilidade de consertá-lo, argumentando que o smartphone havia sido adulterado. Ele perguntou, então, de que maneira o celular havia sido adulterado, mas não obteve resposta. Em vez disso, recebeu o aparelho de volta, só que com a bandeja do cartão SIM quebrada.

Após o acontecido, Kim apresentou uma queixa a uma organização sem fins lucrativos que atua na defesa de consumidores. A Apple respondeu a reclamação afirmando que, caso o aparelho tivesse mesmo sido danificado sob sua posse, teria sido reparado.

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Com o caso dado como encerrado pela empresa, o consumidor se ofereceu para pagar pelo reparo, mas a Apple novamente teria recusado consertar o aparelho. Ele também chegou a enviar um email para Tim Cook relatando o acontecido, não obtendo nenhuma resposta.

Recorrendo ao Google, o homem encontrou um processo contra a Apple de 2012, no qual um blogueiro levou a empresa ao tribunal após enfrentar problemas com a placa gráfica de seu MacBook Pro (modelo 2008). Como entendeu que as experiências dos dois haviam sido bem semelhantes, resolveu abrir um processo nos mesmos moldes.

O caso, assim como o de 2012, tramita em um tribunal de pequenas causas, que permite a uma pessoa comum processar uma grande empresa sem ter que se preocupar com advogados, dentre outras coisas. O julgamento foi marcado para o dia 23 de novembro e a Apple, até o momento, não se pronunciou.

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