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Apple é processada por “efeito geleca” do iPad mini de 6ª geração

iPad mini de sexta geração em mãos

Uma nova ação coletiva aberta nos Estados Unidos acusa a Apple de continuar vendendo o iPad mini de sexta geração, anunciado em setembro, apesar de ter conhecimento do infame “jelly scrolling” (ou “efeito geleca”) — fenômeno identificado poucos dias após o lançamento do aparelho que causa distorções na tela do tablet durante seu uso.

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Aberto originalmente por Christopher Bryan, morador do estado do Colorado, o processo alega que a Maçã tem ignorado a existência do efeito e se recusado a corrigir os materiais promocionais de seu novo tablet para esclarecer a existência do fenômeno — o que, segundo o processo, também configuraria crime de marketing fraudulento.

A ação argumenta que Apple tem agido “de forma antiética, sem escrúpulos, ultrajante, opressiva e substancialmente prejudicial” em relação à situação. Para sustentar sua causa, o processo também cita uma série de reclamações de usuários nas páginas de avaliações da Amazon e em outros fóruns online sobre o problema. Além disso, Bryan também acusa a Apple de não testar o novo iPad mini adequadamente antes de lançá-lo.

A ação coletiva ainda precisa ser aprovada pela Corte Distrital do Norte da Califórnia antes de prosseguir, mas já busca outros donos de iPads mini de sexta geração que se sintam lesados pela presença do “efeito geleca” em seus dispositivos e queiram uma indenização.

Esta ação é movida em nome dos compradores do iPad Mini 6 [sic] da Apple. A Apple comercializa e vende o iPad Mini 6 [sic] como um tablet premium, lançado em 14 de setembro de 2021, com vendas começando em 24 de setembro de 2021, a um preço de US$499 para a versão de 64 gigabytes (“GB”) e de US$649 para a versão de 256GB. No entanto, o iPad Mini [sic] é defeituoso, já que sua tela de cristal líquido (“LCD”) é propensa a “distorções que podem fazer com que imagens ou textos em um lado da tela pareçam inclinados para baixo devido à incongruência nas taxas de atualização”, fazendo com que “um lado da tela pareça como se estivesse respondendo mais rápido do que o outro, o que cria um distúrbio visual” chamado “jelly scrolling”, o qual a Apple reconheceu.

Em setembro, a empresa reconheceu a existência do “jelly scrolling” e afirmou que o efeito se tratava, na verdade, de um comportamento comum de telas LCD com taxas de atualização de 60Hz, como é o caso do novo iPad mini.

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A companhia ainda não se posicionou sobre essa ação.

iPad mini (6ª geração)

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via MacRumors

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