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Funcionários de loja da Apple querem formar sindicato

Apple Grand Central Terminal
Stuart Monk / Shutterstock.com

Além de guerras judiciais com outras empresas e dos inúmeros casos menores envolvendo denúncias de clientes insatisfeitos, a Apple poderá entrar em um embate com seus próprios funcionários em um futuro próximo.

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De acordo com informações do The Washington Post, trabalhadores de varejo da Apple Grand Central, em Manhattan (Nova York, EUA), começaram a coletar assinaturas para formar um sindicato — o que abre terreno para um confronto entre a empresa e seus funcionários.

O grupo, autodenominado Fruit Stand Workers United, lançou até um site, no qual os trabalhadores informam que se afiliaram à Workers United — um sindicato que apoiou “esforços bem-sucedidos de sindicalização dos funcionários da Starbucks” nos Estados Unidos.

Ao jornal, pessoas envolvidas no processo afirmaram que a Apple tentou por meses convencê-los de que a sindicalização é uma má ideia. O pedido da Maçã, por sua vez, acabou não vingando, visto que agora os funcionários estão bem avançados com a coleta das assinaturas.

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Caso eles consigam convencer um número suficiente de colaboradores, se tratará da primeira loja de varejo da Apple a concretizar um processo de sindicalização — o que já foi feito por grandes gigantes do mercado, como Amazon, Activision-Blizzard e a já citada Starbucks.

Para entender as motivações que estão fazendo o grupo entrar com o processo de sindicalização, devemos recordar que a Apple teve um crescimento surpreendente da receita nos últimos anos — US$378 bilhões só em 2021.

Os funcionários afirmam que, apesar do sucesso da Maçã, seus salários não estão acompanhando a inflação, com alguns deles ainda reclamando de condições de trabalho difíceis e falta de ação contra gerentes com práticas desleais/abusivas.

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Mesmo que os salários pagos pela Maçã por carga horária estejam alinhados com os de outros empregadores locais, os funcionários acreditam que a Apple não é uma empresa comum, dado seu valor de mercado, atualmente em US$2,7 trilhões.

Dessa forma, eles estão em busca de um salário mínimo de US$30 por hora. Além disso, querem aumentar o tempo de férias e as opções de aposentadoria.

Será que teremos reviravoltas vindo por aí?

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