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iPhone “de vitrine” explode na mão de homem no Ceará

No mercado brasileiro, onde o preço de um iPhone novo é inviável para a maior parte dos consumidores, não é incomum que muitos procurem alternativas na hora de comprar o aparelho — às vezes com soluções baratas e que prometem um smartphone “no estado de novo”.

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Mas, como diz o velho ditado, às vezes o barato pode sair caro — e não somente em termos financeiros. Foi o que acabou acontecendo com Leandro Brasil Silva, cearense de 28 anos que perdeu 80% da visão do olho direito e 20% do olho esquerdo por causa da explosão de um iPhone 8 Plus que ele estava usando fora do carregador em pleno horário de almoço.

De acordo com o portal UOL, que conversou com familiares da vítima, pouco antes de acontecer a tragédia o homem percebeu que a bateria do iPhone estava começando a inchar na sua mão. Ao tentar tirar a capinha para verificar o que estava acontecendo, ele foi surpreendido com a explosão, a qual atingiu em cheio seus olhos.

Para entendermos o que aconteceu, é preciso destacar a forma como o homem adquiriu o iPhone. Trata-se um aparelho classificado como “de vitrine”, ou seja, que teoricamente ficou exposto na loja por muito tempo para ser visto por potenciais consumidores — e até manipulado por eles em alguns casos.

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Como é um procedimento que pode durar meses e até anos, o aparelho obviamente vai tendo sua bateria degradada com o tempo, de modo que simplesmente se torna impossível utilizá-lo sem ficar um bom período longe do carregador. Por isso, eles acabam sendo colocados à venda e são eventualmente substituídos.

Porém, esse processo às vezes exige uma troca da bateria do iPhone, o qual na maior parte das vezes recebe uma peça de procedência duvidosa (não original). No caso do aparelho de Leandro, não sabemos se ele foi ou não submetido a esse processo — mas já era de segunda mão.

A loja que vendeu o aparelho para Leandro informou ao UOL que aparelhos tidos como “de vitrine” contam com garantia de três meses, visto que a garantia de fábrica de um ano dada pela Apple costumeiramente já expirou. A Maçã, por sua vez, não deu nenhuma resposta ao portal.

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Atualmente, Leandro recebe medicações da família na tentativa de se recuperar. Os familiares estão torcendo para que o quadro dele evolua positivamente. Obviamente, fica o aviso para haver um cuidado em dobro na hora de adquirir não só iPhones, mas qualquer eletrônico de maneira não convencional.

via TechTudo

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