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Chip de 12ª geração da Intel

Novo Intel Core i9 é mesmo mais rápido que o M1 Max, porém…

Algumas considerações precisam ser levadas em conta

A promessa foi feita alguns meses, e alguns impressionaram-se com a ambição: a Intel anunciou que seu chip mais poderoso da nova família “Alder Lake”, o Core i9-12900HK, seria mais rápido que o M1 Max em uma série de tarefas. À época, entretanto, tínhamos apenas os benchmarks da própria Intel para nos fiarmos, o que não representava muita coisa.

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Agora, o processador já está no mundo real — mais precisamente, no GE76 Raider, novo laptop gamer da MSI já equipado com o novo chip. Com isso, os benchmarks também já chegaram ao mundo real… e, de fato, a Intel não estava de brincadeira, como constatou a Macworld.

No Geekbench 5, o novo Core i9 — que tem 14 núcleos, contra 10 do M1 Max — atingiu uma pontuação multinúcleos de 13.235 contra os 12.590 conquistados pelo M1 Max. A pontuação de núcleo único, por sua vez, acabou girando em torno de 1.830 no processador da Intel e 1.770 no da Apple.

Em termos de gráficos, o M1 Max perde feio — compreensivelmente — para a placa NVIDIA RTX 3080 Ti presente no laptop da MSI, mas vence os gráficos integrados Iris Xe do Core i9. O chip da Maçã marcou 59.774 pontos no teste OpenCL do Geekbench 5, contra 21.097 do da Intel. O M1 Pro, que tem metade dos núcleos gráficos, ficou com 37.330 pontos no teste, ainda bem acima do concorrente.

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Já no Cinebench R23, que mede a performance multinúcleos de tarefas de modelagem 3D, o Core i9 levou a melhor em relação ao M1 Pro — infelizmente, a Macworld não tem números relativos ao M1 Max, aqui. O chip da Intel marcou 15.981 pontos, contra 12.381 do da Apple; estivesse o M1 Max presente no comparativo, é de se crer que ele estaria emparelhado ou mesmo à frente do “Alder Lake”.

Consumo de energia

O resumo da ópera é que o Core i9-12900HK é, de fato, um baita processador. Entretanto, ainda não tratamos de um ponto muito importante: a eficiência energética.

A Macworld mediu o consumo energético dos chips testados e constatou que, durante o Cinebench R23, o processador da Intel estava frequentemente na faixa dos 100W, com picos de 140W. No mesmo benchmark, o AnandTech registrou um consumo médio de 39,7W do M1 Max — menos que a metade (ou um terço, considerando os picos do Core i9).

Duração da bateria

No comparativo de mundo real, de tempo de bateria longe da tomada, o MacBook Pro consegue durar algo em torno de 17-20 horas na reprodução de vídeo offline, enquanto o laptop da MSI durou cerca de 6 horas nas mesmas condições. Naturalmente, os dois computadores são pensados para públicos diferentes com hábitos e necessidades diferentes, mas fica o atestado da competência da Apple em entregar um processador superpoderoso com necessidades muito frugais na área da energia.

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Portanto, uma vitória com vários “mas” para a Intel. Vejamos, agora, quais cartas a Apple tem na manga para o ano que se inicia. A competição deverá ser interessante de se acompanhar.

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